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José Felisberto Dias

Topógrafo formado em 1976, trabalhou nas obras do metrô de São Paulo e do Aeroporto de Guarulhos antes de se fixar em Pederneiras. Também foi músico dos "Pica-Paus".

Dá nome aEspaço de Educação Ambiental — Usina Solar

Foto do acervo — a resgatarAs imagens deste verbete ainda estão no servidor do site antigo, aguardando resgate.

José Felisberto Dias nasceu no atual município de Poloni/SP, quando ainda era distrito de Monte Aprazível, em 23 de julho de 1945. Era filho de José Felisberto Dias — ele carregava o mesmo nome do seu pai — e Rosa de Paula Dias. Passou a infância e adolescência na cidade de Valentim Gentil, região de São José do Rio Preto, e mudou-se ainda jovem para a capital.

Formou-se como técnico agrimensor/topógrafo na Escola Paulista de Agrimensura em 1976, profissão que exerceu até o final da sua vida. Trabalhou em grandes obras, principalmente quando atuou na Construtora Camargo Corrêa, como nas obras do metrô de São Paulo e na construção do Aeroporto Internacional de Guarulhos.

Ainda na capital, casou-se em 1977 com Maria Aparecida Bergamasco Dias e tiveram três filhos: Randal Glauco Bergamasco Dias, Ricely Glauce Bergamasco Dias e Ronan Glauber Bergamasco Dias. Mudou-se com a família para Pederneiras em 1986 e nunca mais saiu daqui.

Desde o final da década de 1980, atuou como topógrafo na cidade e na região, prestando os mais diversos tipos de serviços acerca desse ofício, que o deixou bastante conhecido. Além de atuar em Pederneiras, também trabalhou em diversas obras na região, em todo o Estado de São Paulo e em outras unidades da federação.

Além de um notório topógrafo, Felisberto foi um exímio músico, paixão que começou ainda nos anos de 1960. Ele foi integrante de uma banda — ou “conjunto”, termo usado na época — chamada “Os Pica-Paus”. Era conhecido por suas habilidades no violão e sua voz vultosa e polida.

Faleceu no Hospital Estadual de Bauru em 17 de setembro de 2018, aos 73 anos, depois de perder a batalha contra um agressivo câncer.

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