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Kedma Moraes Ferreira

Menina do distrito da Vanglória cuja alegria era o próprio estilo de vida. Morreu aos 25 anos, em 2009, e é lembrada em homenagem no distrito onde cresceu.

Kedma Moraes Ferreira.
Kedma Moraes Ferreira.

É com o coração cheio de carinho e a alma embalada pela saudade que hoje celebramos a vida e a memória de um espírito livre e contagiante, cuja alegria era seu mais belo sobrenome: Kedma Moraes Ferreira.

Nascida em Pederneiras, em 17 de abril de 1984, Kedma fincou suas raízes e floresceu no aconchego do distrito da Vanglória. Seu berço, ainda que simples, era imensamente rico em amor, e foi essa essência que a moldou. A alegria… ah, a alegria era um de seus principais adjetivos, um traço marcante que irradiava e contagiava as ruas do pequeno distrito. Sua gargalhada, espontânea e única, era como uma melodia que anunciava sua presença e preenchia o ambiente de leveza.

Kedma era amiga de todos, do coração mais puro e respeitoso. Da criança que a admirava ao idoso que encontrava nela um carinho especial, ela abraçava a todos com a mesma energia vibrante. Dançava, pulava, gritava… e dava sua inconfundível gargalhada. Uma felicidade ímpar, um jeito de ser que transformava qualquer momento em festa. Sua energia era um presente, um convite à leveza e à celebração da vida.

Infelizmente, o destino a levou cedo demais. Em 16 de dezembro de 2009, a caminho de uma festa com sua irmã e cunhado, um trágico acidente, envolvendo um caminhão, mudou todos os planos. Kedma nos deixou ali, naquele instante, partindo para a eternidade.

Mas sabem? Até hoje, basta fechar os olhos para que sua risada ecoe em nossa memória, tão vívida e única como se fosse agora. Ela vive em nossos corações, em cada lembrança compartilhada, em cada história contada com um sorriso no rosto e uma lágrima nos olhos.

E hoje, para que as novas gerações que caminham por essas mesmas ruas saibam que neste pequeno e amado distrito morou uma menina cuja alegria era seu próprio estilo de vida, eternizamos sua história nesta singela homenagem.

Temos certeza absoluta: se Kedma estivesse aqui, ela teria batido de porta em porta, chamado cada morador pelo nome, com aquele brilho nos olhos e seu entusiasmo contagiante, para que todos viessem testemunhar este momento. Ela estaria feliz, vibrante, como sempre foi.

Nossa Eterna Kedma. Que sua alegria continue a nos inspirar.

Relato enviado pela família

Kedma Moraes Ferreira (17/04/1984 — 16/12/2009). Natural de Pederneiras/SP, criada no distrito da Vanglória. Nascida em berço simples, mas rico em amor.

E era um de seus principais adjetivos. Sua alegria contagiava as ruas do pequeno distrito, sua gargalhada era tão espontânea quanto ela.

Era muito amiga de todos, respeitosa, tanto com crianças quanto com idosos.

Sua energia contagiava a todos. Dançava, pulava, gritava… e dava gargalhada… uma felicidade ímpar.

Infelizmente nos deixou cedo. Estava indo para uma festa com sua irmã e com seu cunhado, mas no caminho um acidente envolvendo um caminhão mudou todos os planos. Kedma faleceu no local.

Até hoje parece que, fechando os olhos, dá pra ouvir sua risada, única.

Ela está em nossos corações e na nossa memória.

E hoje, para que um dia as novas gerações saibam que morou nesse pequeno distrito uma menina cuja alegria era seu estilo de vida, eternizamos sua história nessa pequena homenagem.

E tenham certeza: se ela estivesse aqui, teria chamado todos os moradores, casa por casa, nome por nome, para ver a homenagem dela… feliz como sempre foi.

Nossa Eterna Kedma.

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