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Progresso e Instituições

Correios

Da correspondência que chegava de trole a Jaú, uma ou duas vezes por semana, ao carro postal exclusivo da ferrovia: como a comunicação tirou Pederneiras do isolamento.

Foto do acervo — a resgatarAs imagens deste verbete ainda estão no servidor do site antigo, aguardando resgate.

No início do século XX, a correspondência chegava a Pederneiras através do trole de José Segundo, que seguia uma ou duas vezes por semana até Jaú a fim de recolhê-la. Com a vinda da ferrovia, a mala postal passou a ser transportada por um carro exclusivo dos Correios.

Em 1913, quando foi inaugurada em Pederneiras a nova estação da Companhia Paulista, o agente do correio era Evaristo Ursulino.

As sedes

A agência funcionou em diversos locais na cidade. O primeiro localizava-se na Rua Cel. Coimbra, esquina com a Rua Belmiro Pereira, por volta de 1919. Após várias mudanças, foi instalada na Rua Rodrigues Alves, onde permaneceu por mais tempo. A agência atual está na Rua Cel. Coimbra, Norte 181.

Quem trabalhou ali

Os primeiros funcionários dos correios na cidade foram José Castilho, Ismália Muniz, Scipião Hildebrando de Castro, Stela Conceição Castilho Castro e José Huton.

Foram gerentes da agência Claudinei José Augusto, Henrique Garcia do Prado, Flauci Pereira da Silva, Lázaro Amauri Conceição, Gilberto Glaus, Marco Antonio Fernandes, Maria Lucila Martinucho, Vera Lúcia Bessi e Zilda Ferreira.

Atualmente os serviços são prestados pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), criada em 20 de março de 1969 como empresa pública vinculada ao Ministério das Comunicações, mediante a transformação do antigo Departamento de Correios e Telégrafos (DCT).

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